quarta-feira, 3 de novembro de 2010

GRANDES CONSTRUÇÕES DA ARQUITETURA MUNDIAL ( Edifício TAIPEI 101/Taiwan-ASIA )

Taipei 101

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Taipei 101
Taipei101.portrait.altonthompson.jpg
Informações
Localização Taipei, Taiwan
Status Completo
Altura
Antena/Topo 509,2 m (1670.60 ft)
Telhado 449,2 m (1473.75 ft)
Último andar 439,2 m (1440.94 ft)
Detalhes técnicos
Área 412,500m²
Elevadores 61(incluíndo 2 elevadores de ultravelocidade)
Custo US$ 1 758 000 000
Companhias
Arquiteto C. Y. Lee
Desenvolvedor KTRT Joint Venture
Proprietário(s) Urban Retail Properties Co.
O Taipei 101, (em Chinês tradicional:臺北101 ou 台北101;Chinês simplificado:台北101;Pinyin:Táiběi Yīlíngyī; Wade-Giles:T'ai-pei I-ling-i) é um arranha-céu de 101 andares, localizado em Taipei, Taiwan. O edifício, projetado por C. Y. Lee e construído por KTRT Joint Venture foi o arranha-céu mais alto mundo superando as Petronas Towers, na Malásia, em 2003, e sendo superado pelo Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, em 2010. O Taipei 101 recebeu o prêmio Emporis Skyscraper em 2004. Foi considerado uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno (revista Newsweek, 2006) e uma das Sete Maravilhas de Engenharia (Discovery Channel, 2005).
O edifício fica como um ícone de Taipei, e de Taiwan como um todo. Seu estilo combina a tradição e modernidade da cultura asiática e internacional num único projeto. Suas características de segurança permitem-lhe suportar tufões e terremotos. Um shopping multi-nível adjacente ao edifício tem centenas de lojas de moda, restaurantes e clubes. Fogos lançados a partir do Taipei 101 são uma característica proeminente das transmissões internacionais de réveillon. A estrutura é um marco e aparece com freqüência em filmes, shows de televisão, publicações impressas, animês, jogos e outros elementos da cultura popular.
O nome da torre reflete a sua localização no distrito comercial de Taipei. O número é pronunciado em inglês simplesmente como "one-oh-one" e em mandarim pelo seu equivalente.
O Taipei 101 é de propriedade da Taipei Financial Center Corporation e gerido pela divisão internacional da Urban Retail Properties Corporation baseada em Chicago, EUA. O nome inicialmente previsto para o edifício, era Taipei World Financial Center, que foi obtido a partir do nome do proprietário. O nome original em chinês foi literalmente, Taipei International Financial Center (chinês tradicional:台北国际金融中心; pinyin: Táiběi Guójì Jīnróng Zhōngxīn).
O Taipei 101 foi ultrapassado em altura no dia 21 de julho de 2007 pelo Burj Khalifa, em Dubai, Emirados Árabes Unidos, após o término da construção dos 141 andares até aquele momento. O título de "edifício mais alto do mundo" agora pertence pertence ao Burj Khalifa pois as Normas Arquitetônicas Internacionais definem edifício como uma estrutura totalmente ocupada. O Burj Khalifa reclamou o título quando sua construção terminou em 2010.

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[editar] Construção


Taipei é a maior cidade da República da China (Taiwan). Na foto, em destaque, o Taipei 101.
O Taipei 101 pode suportar terremotos de 7 graus na escala Richter e ventos de mais de 450 km/h. A importante capacidade de absorção dessa estrutura consiste num amortecedor eólico com placas metálicas de 660 toneladas que está instalado no 89.º andar — o maior e mais pesado mundialmente. Está dividido em 8 segmentos de 8 pisos, e é o único amortecedor visível ao público.
Uma gigantesca bola de ferro de 680 toneladas, colocada no 92.º andar, serve de contrapeso mecânico contra as vibrações, absorvendo a energia e minimizando as oscilações.
O elevador, fabricado pela empresa Toshiba, tem o título de maior velocidade: em apenas 37 segundos, leva trinta pessoas do 5.º andar até o 89.º. Esse elevador também possui um sistema de selamento hermético similar ao de um avião, que protege os ouvidos das pessoas que viajam nele.

[editar] Observatórios

Taipei 101 possui um observatório interno no 89° andar e um observatório externo ao ar livre no 91° andar. Ambos oferecem uma visão panorâmica e atraem visitantes do mundo inteiro.[1]

[editar] Outras Curiosidades

  • O edifício também possui os dois mais velozes elevadores do mundo que foram fabricados no Japão. Ambos sobem 380 metros (do térreo até o 89.º) em 43 segundos, atingindo 60 km/h (110 m/min). Já a descida é ligeiramente demorada, são 52 segundos, atingindo 36 km/h.
  • No topo da torre existe uma bola de 660 toneladas e 5,5 metros, sustentada por 16 cabos de aço de 42 metros cada. Isso reduz em 60% o balanço do prédio.[2]
  • Durante a construção do Taipei 101, um terremoto de 6,8 graus na escala Richter atingiu a região de Taipei, em 2002. O prédio ficou inteiro, mas dois guindastes caíram do 56º andar e 5 pessoas morreram.
Panorama de Taipei e do Taipei 101 à noite.
Panorama de Taipei e do Taipei 101 à noite.
 FONTE: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

GRANDES RÉPTEIS... ( O Teju ou Tejuaçu )

Teju

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Como ler uma caixa taxonómicaTeju
Tupinambis teguixin
Tupinambis teguixin
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Teiidae
Subfamília: Tupinambinae
Género: Tupinambis
Espécies
Ver texto
O gênero de répteisTupinambis, da família Teiidae, chamados vulgarmente teju ou teiú, compreende os maiores lagartos do Novo MundoAmérica do Sul. São elas: (podem atingir até 1,5 metros de comprimento), e abrange sete espécies, todas nativas da
São heliófilos, predadores oportunistas e generalistas, podendo consumir vegetais, artrópodes, outros vertebrados e carniça. Todas as espécies do gênero possuem parte da distribuição no território brasileiro.
O teiú também é conhecido por outros nomes como teiú-açu, tejo, tiju, tejuaçu, tejuguaçu, tiú e lagarto-papa-ovo.

FONTE: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.

VÍDEO DE UMA NAJA ENGOLINDO A COBRA-DO-MANGUE



FONTE: Youtube.com.br

INSTITUIÇÕES DE PESQUISA DO BRASIL ( O Instituto Butantan )

Instituto Butantan

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Biblioteca do Instituto Butantan
O Instituto Butantan é um centro de pesquisa biomédica localizado no bairro do Butantã, na cidade de São Paulo. É uma instituição pública estadual, subordinada à Secretaria de Saúde do governo paulista.
Fundado em 23 de janeiro de 1901, é responsável pela produção de mais de 80% do total de soros e vacinas consumidos no Brasil. É também um importante ponto turístico, contando com um parque e três museus (Biológico, Histórico e Microbiológico), além do Hospital Vital Brazil, uma biblioteca, um serpentário, unidades de produção de vacinas e biofármacos.

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[editar] História

Museu de rua do Instituto Butantan
O Instituto Butantan surgiu em 1898[1]. Foi fundado na área da antiga Fazenda Butantan com o objetivo de produzir soro para a peste, o grande problema do Brasil na época. O nome Butantan, segundo etimologistas, é originário do tupi e quer dizer "terra dura dura", formando o superlativo a partir da duplicação do adjetivo. A comunidade dos funcionários mantém a tradição do nome, grafando-o com o "n" final, mesmo destoando do bairro, originado no entorno do instituto, que, seguindo decreto do governo municipal de São Paulo, é grafado com til (Butantã).
A história do Instituto Butantan confunde-se com a história da modernização do Estado de São Paulo. Seu surgimento deveu-se a uma epidemia de peste bubônica no Porto de Santos[1]. Temerário que a doença atingisse a capital do Estado, o governo convocou o Instituto Bacteriológico para tentar resolver o problema.
A fazenda Butantan foi desapropriada pelo Presidente de São Paulo Coronel Fernando Prestes de Albuquerque que iniciou as obras do Instituto.
Seu diretor, Adolfo Lutz, mandou para essa cidade o assistente Vital Brazil Mineiro de Campanha (sic), ou, simplesmente, Vital Brazil (com 'z', na grafia da época). Em pouco tempo ele diagnosticou a doença e, em conjunto com o médico Osvaldo Cruz, criou um plano para controlá-la. De volta à capital, Vital Brazil foi encarregado de um serviço contra a peste no Instituto Bacteriológico. No ano seguinte esse serviço transformou-se em instituição autônoma, então denominada "Instituto Serumtherapico do Estado de São Paulo", que, posteriormente, transformou-se no atual Instituto Butantan, que ajudou a debelar a peste.
Serpentário do Instituto Butantan
Entretanto, devido principalmente à expansão da cafeicultura, os trabalhadores rurais (na maior parte imigrantes) viam-se frequentemente submetidos a acidentes ofídicos. As serpentes venenosas transformavam-se em um grande problema que, juntamente com a peste bubônica, atentava contra o desenvolvimento paulista.
Vital Brazil, a par de toda essa problemática, concomitantemente aos estudos sobre a peste, iniciou as suas pesquisas sobre o ofidismo, tema então pouquíssimo conhecido. O extenso trabalho que desenvolveu pesquisando esse assunto fez com que o Butantan rapidamente se especializasse no conhecimento herpetológico, bem como na produção de soros anti-ofídicos, tornando-se uma entidade ímpar em todo o mundo. Vital Brazil, inclusive, tem a primazia na demonstração da especificidade dos soros antiofídicos.
Laborátorio de influenza do instituto
Um soro específico para uma serpente venenosa europeia, por exemplo uma víbora (Vipera), é ineficiente para uma jararaca (Bothrops) sul-americana. Em viagens que fez, principalmente para os Estados Unidos, demonstrando a eficácia do soro antiofídico, a fama de Vital Brazil correu mundo. Durante vários anos, entretanto, o Instituto Butantan funcionou em toscas dependências, contando com um corpo de funcionários bastante exíguo. Mesmo assim, de seus laboratórios brotaram importantes pesquisas no campo da herpetologia, microbiologia e imunologia, reconhecidas internacionalmente. A partir de 1914, com a construção da nova sede e a paulatina ampliação de seu orçamento, o Butantan começou a se consolidar como a mais importante instituição de pesquisa biomédica do Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil.
Recentemente, o instituto tem sido auxiliar no combate à gripe H1N1, pois é o órgão publico responsável pela produção da vacina a partir de amostras fornecidas pelo laboratório francês Sanofi Pasteur.[1]

[editar] Irregularidades

Em setembro de 2009, o Instituto Butantan foi alvo de investigação pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, após denúncias do Conselho de Controle de Atividades Financeiras indicarem que funcionários do instituto teriam desviado, desde 2007, ao menos 30 milhões de reais de verbas repassadas pelo Ministério da Saúde para a produção de soros e vacinas. Segundo a promotoria, havia indícios de que os responsáveis pela fundação teriam se beneficiado do esquema.[2]
Mais tarde, constatou-se que o dinheiro teria sido desviado ao longo de cinco anos por funcionários do segundo escalão da fundação. O resultado da investigação foi a demissão de sete pessoas.[3] O presidente da Fundação Butantan, Isaías Raw, se afastou do cargo e foi substituído interinamente por Erney Plessman de Camargo.[4] Segundo apuração da Promotoria, Raw desconhecia o desvio nem se beneficiou dele.[3]

[editar] Incêndio

Em 15 de maio de 2010, um incêndio atingiu o Prédio das Coleções[5] desde às 7h30 e foi controlado por volta das 19h30.[6]
Havia indícios de que o incêndio teria destruído mais de 70 mil espécimes de serpentes, além de mais de 450 mil espécimes de artrópodes, entre escorpiões, opiliões, miriápodes e aranhas que estavam conservadas em solução de álcool 70% ou a seco. A coleção, referência para descrição de espécies e utilizada para pesquisas científicas, era a maior do Brasil[7]e a maior coleção do mundo desses animais para uma região tropical[1]. O material coletado em mais de 100 anos foi perdido,[8][9]mas, após a perícia e análise dos cientistas, acredita-se que 5% do acervo poderá ser recuperada.[10][11]
Quando ocorreu o incêndio, outras fontes apontaram cerca 85 mil espécimes de serpentes destruídas e o equivalente a 500 mil espécimes, sendo 450 mil de aracnídeos, das quais cerca de milhares ainda não tinham sido descritas pelos cientistas.[1] Somente em relação a 77 mil cobras, a maior coleção do mundo[9],7 mil ainda aguardavam catalogação.[12]
Não havia animais vivos no prédio mais atingido pelo incêndio.[13]
O especialista em répteis e anfíbios da Universidade de São Paulo (USP), Miguel Trefaut Rodrigues, relatou que o incêndio foi um desastre de proporções incalculáveis e cujos danos indicam a perda de um patrimônio insubstituível da história biológica brasileira.[1]
Alguns exemplares representavam a primeira identificação feita na natureza[9]filogenia.[14] e viabilizavam o estudo de
O prédio mais atingido, construído na última de década de 70 e reformado há 10 anos, não tinha um sistema de proteção contra incêndios. Um projeto de R$ 700 mil havia sido enviado à Fapesp pelo curador Francisco Luis Franco para a instalação de um sistema anti-incêndio no prédio destruído pelas chamas.[9]
No entanto, a Fapesp defende que teria destinado quase R$ 1 milhão, entre 2007 e 2008, para o Butantan reforçar sua infraestrutura, mas que nenhuma parte desses recursos teria sido utilizada para prevenção de incêndios.[10]
O diretor-geral do Instituto Butantan desde 2003, Otávio Mercadante, disse ao jornal Folha de S.Paulo que não faltou dinheiro e que o prédio atingido era seguro, pois recebia manutenção periódica.[10]


FONTE: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

GRANDES SERPENTES PEÇONHENTAS ( A Naja )

Naja

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Como ler uma caixa taxonómicaNaja
L14cobra.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Serpentes
Família: Elapidae
Género: Naja
Espécies
Ver texto.
Naja é um género de serpentes da família Elapidae (cobras), natural do Sul da Ásia e da África. São conhecidas pelos nomes populares de cobra, cobra-capelo, cobra-de-capelo (também escrito cobra de capelo ou cobra capelo) ou naja. São animais peçonhentos, agressivos e bastante perigosos[1]. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja tripudians, dilatam o pescoço quando o animal é enraivecido[2]. A artimanha serve para "aumentar" seu tamanho aparente e assustar um possível predador. Atrás da cabeça, a naja também pode possuir um círculo branco parecido com um olho, também eficaz em amedrontar agressores que a confundam com um animal maior e mais perigoso.
As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia; no entanto elas apenas acompanham o movimentos da flauta, já que cobras não possuem audição.

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[editar] Espécies da Naja

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GRANDES RÉPTEIS... ( O Jacaré-açu )

Jacaré-açu

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Como ler uma caixa taxonómicaJacaré-açu
Buberel cayman 3.jpg
Estado de conservação
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Alligatoridae
Género: Melanosuchus
Espécie: M. niger
Nome binomial
Melanosuchus niger
Spix, 1825
Distribuição geográfica
Melanosuchus niger Distribution.png
Wikispecies
A Wikispecies tem informações sobre: Jacaré-açu
O jacaré-açuMelanosuchus niger) é uma espécie de jacaré exclusiva da América do Sul. (
O jacaré-açu, também conhecido como jacaré-negro, é um predador de topo de cadeia alimentar; exemplares adultos de grandes dimensões podem predar qualquer animal de seu habitat inclusive outros predadores de topo se forem surpreendidos por esse animal (como onças, pumas, jibóias e sucuris). Normalmente ele se alimenta de pequenos animais como tartarugas, peixes, capivaras e veados. É uma espécie que esteve à beira da extinção devido ao valor comercial do seu couro de cor negra e da sua carne. Actualmente encontra-se protegido e sua população encontra-se estável no Brasil. É a maior espécie de jacaré, com tamanho médio de 3,5 metros e mais de 300 kg. Já foram encontrados exemplares com mais de 5,5 metros de comprimento e possivelmente 1/2 tonelada de peso.

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GRANDES PRIMATAS ( Bonobo ou Chimpazé Pigmeu )

Bonobo

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Como ler uma caixa taxonómicaBonobo
Bonobo.jpg
Estado de conservação
Classificação científica
Domínio: Eukariota
Reino: Animalia
Subreino: Metazoa
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Infrafilo: Gnathostomata
Superclasse: Tetrapoda
Classe: Mammalia
Subclasse: Theria
Infraclasse: Placentalia
Superordem: Euarchontoglires
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Parvordem: Catarrhini
Superfamília: Hominoidea
Família: Hominidae
Subfamília: Homininae
Tribo: Hominini
Subtribo: Panina
Género: Pan
Espécie: P. paniscus
Nome binomial
Pan paniscus
(Schwarz, 1927)
Distribuição geográfica
Distribuição dos Bonobos
Distribuição dos Bonobos
O Wikimedia Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Bonobo
O bonobo (Pan paniscus), também chamado chimpanzé pigmeu e menos frequentemente chimpanzé anão ou grácil, é uma das duas espécies que compreendem o gênero Pan. A outra espécie no gênero é Pan troglodytes , ou chimpanzé comum. Ambas as espécies são chimpanzés, embora esse termo seja usado agora somente para a maior das duas espécies, o P. troglodytes.

[editar]Curiosidades

O bonobo foi descoberto em 1928, pelo anatomista estadunidense Harold Coolidge, representado por um crânio que está no museu de Tervuren na Bélgica que acreditava-se ter pertencido a um chimpanzé juvenil. A descoberta foi publicada em 1929. A espécie distingue-se por uma postura ereta, uma cultura matriarcal e igualitária, e o papel proeminente da atividade sexual em sua sociedade. Estudos genéticos apontam que os bonobos são os animais mais próximos dos humanos.
Entre os bonobos, assim como ocorre com outras centenas de espécies animais já estudadas pela etologia, pode não existir relação direta entre sexo e reprodução. Tanto entre bonobos quanto entre humanos, esta distância entre sexo e reprodução é particularmente acentuada. É no campo sexual que os bonobos se revelam muito criativos. "O sexo é a chave da vida social dos bonobos". Para os bonobos, é o sexo que funciona como instrumento de compensação da agressividade e faz o papel de agente reconciliador. Isso é possível porque, ao contrário da maioria das fêmeas de outras espécies, que só são receptivas ao sexo no período fértil, as fêmeas bonobos são atrativas e ativas sexualmente durante quase todo o tempo.
Já foi registrado no American Journal of Primatology que os bonobos podem cometer canibalismo, embora o fato seja extremamente raro.[1]

[editar]Distribuição geográfica

O bonobo é endêmico da República Democrática do Congo (antigo Zayre). Em 1990, seguindo as recomendações do World Wildlife Fund Internacional, tinha sido aprovada uma reserva de 3.800 quilômetros quadrados na Reserva Florestal de Lomako, porém as instabilidades políticas nunca permitiram concretizar o projeto. Hoje essa área, padece do que se chama "Síndrome da Floresta Vazia", onde não se percebe a presença de vida animal quase nenhuma, em comparação com a exuberância do passado. Estima-se que 50% da reserva está submetida a caçaespécies ali refugiadas sem controle de todas as


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