segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

QUEM É ... OSAMA BIN LADEN ( Membros da Al-Qaeda )

Osama bin Laden

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Osama bin Laden
أسامة بن محمد بن عود بن لادن
Osama bin Laden


Osama em entrevista ao Daily Pakistan, do Paquistão (1997)
Nome completo Usāmah Bin Muhammad bin 'Awæd bin Lādin
Nascimento 10 de Março de 1957 (53 anos)
Riad

Arábia Saudita
Osama bin Laden[1] (em árabe أسامة بن محمد بن عود بن لادن, transl. Usāmah Bin Muhammad bin 'Awæd bin Lādin; 10 de Março de 1957) é um alegado terroristasaudita, e um dos homens mais procurados do mundo. Também é conhecido pelos seguintes nomes: Usama Bin Muhammad Bin Ladin, Shaykh Usama Bin Ladin, The Prince, The Emir, Abu Abdallah, Mujahid Shaykh, Hajj, The Director.[1]
Filho de Muhammed Awad bin Laden, um imigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei. Era o filho único da décima esposa de Muhammed bin Laden, Hamida al-Attas; seus pais se divorciaram logo depois que ele nasceu (a mãe de Osama se casou com Muhammad al-Attas e o novo casal teve quatro filhos).

Índice

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[editar] Biografia

[editar] Juventude

Quando jovem e inexperiente, participou de forma voluntária na década de 1980 do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. Existem controvérsias quanto à ligação dos estadunidenses com Bin Laden nesse confronto. Contudo, em entrevista em 2001, exibida no documentário Fahrenheit 9/11, de Michael Moore, o príncipe Bandar Bin Sultan, embaixador saudita nos EUA na época, afirmou ter conhecido Osama Bin Laden na década de 80, durante o citado conflito, quando o líder guerrilheiro veio lhe agradecer por toda a ajuda que a Arábia e os EUA estavam dando contra os soviéticos. Posteriormente estabeleceu-se como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas atividades empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda, originalmente destinada a combater a família real saudita. Bin Laden detestava os modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e "pouco islâmicos" da família real. Tinha como objetivo alijá-la do poder e implantar no país a semente do que sempre sonhou - o novo califado islâmico. A família real, por ironia do destino, possuía grande consideração para com a família de Bin Laden.

[editar] Repercussão

No Sudão, em contato com outros grupos islâmicos, notadamente os de origem egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas ações na Argélia e no Egito. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente do Egito, Hosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, expulsou-o do país, não sem antes apropriar-se do seu patrimônio, dilapidando as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão, quebrado, com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.
No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a se tornar o braço-direito de Bin Laden). Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados". Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos da América e Arábia Saudita. Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.
Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de guerra USS Cole, em 2000. Em decorrência destes atentados, tornou-se o terrorista mais procurado pelos Estados Unidos da América. Em 2001, foi acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados de 11 de Setembro.

[editar] Atentados de 7 de Agosto de 1998

Em 7 de Agosto de 1998 a Al Qaeda utilizou carros-bomba para explodir duas embaixadas estadunidenses, uma no Quênia e outra na Tanzânia, matando no total 256 pessoas e ferindo 5100 pessoas. Ao ser apontado no mesmo dia pelo governo dos Estados Unidos da América, e depois pelos governos do Quênia e Tanzânia, como o principal suspeito, Osama bin Laden se tornou o terrorista mais procurado pelos Estados Unidos da América. Até esta data, era desconhecido no mundo.

[editar] Atentado de 12 de Outubro de 2000

Em 12 de Outubro de 2000 a Al Qaeda voltou a cena, perpetrando outro ataque de grande repercussão contra o navio da marinha americana USS Cole, que se encontrava atracado para reabastecimento no porto de Aden, no Iêmen. O ataque provocou a morte de 17 militares americanos, além dos dois terroristas suicidas.

[editar] Atentados de 11 de Setembro de 2001


Um bombeiro de Nova Iorque solicita mais dez socorristas para trabalharem junto aos escombros do World Trade Center.
Em 11 de Setembro de 2001 a Al Qaeda realizou um ataque terrorista , lançando aviões sequestrados contra as torres gêmeas em Nova York e contra o Pentágono, na capital americana, provocando a morte imediata de pelo menos 2754 pessoas, oriundas de 90 países distintos. Até esta data, a Al Qaeda era um grupo terrorista pouco conhecido pelo mundo.
Uma semana antes das eleições americanas de 2 de Novembro de 2004, no vídeo em que aparece, Bin Laden assumiu formalmente os ataques.
Logo após os ataques, o governo do Afeganistão solicitou provas ao governo americano sobre a autoria dos ataques por Bin Laden, caso fossem apresentadas estas provas este iria detê-lo e entregá-lo às autoridades americanas. O governo estadunidense nunca apresentou publicamente tais provas.[2] [3] Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o Afeganistão foi escolhido como primeiro alvo da "cruzada contra o terror", conduzida pelo governo de George W. Bush(filho). O suposto objetivo da operação era desmantelar a organização terrorista Al-Quaeda, liderada pelo saudita Osama Bin Laden.

[editar] Busca

Acredita-se que esteja escondido em algum lugar da fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão. O jornal francês L'Est Republicain de 23 de Setembro de 2006, baseado em informações não confirmadas do serviço secreto francês, chegou a afirmar que Bin Laden teria morrido de Tifo durante o mês de Agosto de 2006. Em 8 de Setembro de 2007, no entanto, um novo vídeo de 30 minutos de duração foi divulgado, demonstrando que Bin Laden está vivo e bem de saúde. Neste vídeo ele aparece, pela primeira vez, com a barba tingida.
O governo dos Estados Unidos oferecia a recompensa de US$25 milhões de dólares a quem desse informações relevantes da localização do terrorista[2].Em 13 de Julho de 2007, a recompensa foi dobrada para US$50 milhões.[3]

[editar] Supostos vídeos

Desde 2001, diversos vídeos foram apresentados aos americanos dizendo-se que eram atribuídos a Bin Laden. Acontece que muitos desacreditam que seja realmente ele. [4]
13 de Dezembro - No final de Novembro, é encontrado um vídeo no leste do Afeganistão que é divulgado pelo Pentágono. Bin Laden declara, satisfeito: "Calculamos de antemão o número de vítimas mortais do inimigo, em função de sua posição na torre. Calculamos que três ou quatro andares seriam atingidos. Eu era o mais otimista de todos, devido à minha experiência".
27 de Dezembro - A Al-Jazeera divulga um vídeo em que Bin Laden considera que "o terrorismo contra os Estados Unidos é louvável porque está destinado a responder à injustiça e a forçar os Estados Unidos a deixar de apoiar Israel, que nos mata".
31 de Janeiro - A CNN divulga fragmentos de uma entrevista feita pela Al-Jazeera em Outubro de 2001 com Bin Laden: "A batalha já se moveu para o interior da América do Norte. Continuaremos com esta luta até a vitória ou até que nos reencontremos com Deus".
9 de Setembro - Osama bin Laden reivindica os atentados de 11 de Setembro, revela os nomes dos 19 autores suicidas dos atentados e lhes presta homenagem em um áudio divulgado pela Al-Jazeera.

Folheto de guerra psicológicaGuerra do Afeganistão. Bin Laden é representado pela segunda figura, da esquerda para a direita. distribuído pelas Forças Armadas dos EUA na
11 de Fevereiro - Em uma gravação de áudio divulgada pela Al-Jazeera, Laden pede apoio ao regime iraquiano, apesar de ser "ímpio", frente à iminente invasão americana.
16 de Fevereiro - Bin Laden classifica o presidente George Bush de "faraó do século" e diz que os muçulmanos têm a "possibilidade de derrotar os americanos", em uma gravação de áudio divulgada pela Al-Jazeera.
4 de Janeiro - Al-Jazeera apresenta um gravação sonora atribuída a Osama Bin Laden na qual ele alude à captura de Saddam Hussein, em 13 de Dezembro, pelo Exército americano. Promete às monarquias do Golfo a mesma sorte que o do ex-presidente iraquiano.
29 de Outubro - Osama Bin Laden acusa o presidente George W. Bush de negligência no dia dos atentados de 11 de Setembro de 2001 e ameaça os Estados Unidos com mais atentados, em uma fita de vídeo difundida pela televisão Al-Jazeera.
19 de Janeiro: Bin Laden ameaça os Estados Unidos com novos atentados e afirma que há operações em preparação em seu solo, mas também oferece uma "trégua de longa duração" ao povo americano (áudio).
30 de Junho - Bin Laden exige o presidente americano George Bush que entregue o corpo de Abu Musab Zarqawi, morto em um bombardeio americano, à sua família e promete que a Jihad no Iraque continuará mesmo sem ele (áudio).
15 de Julho - Bin Laden faz um elogio aos mártires, declarando: "Feliz aquele que foi escolhido por Alá para ser um mártir" (extraído de vídeo cuja data não foi determinada)
16 de Maio - Bin Laden apelou à continuação da luta contra os Israelitas e os seus aliados e a que os muçulmanos não desistam do território palestiniano. Segundo noticia a Reuters, a mensagem áudio, de dez minutos, foi difundida pela internet, num site islamita, e é atribuída ao líder do grupo terrorista al-Qaeda, «Nós vamos continuar, se Deus permitir, a luta contra os israelitas e os seus aliados, e não vamos abdicar de um simples centímetro da PalestinaEstado de Israel, e em que o presidente dos Estados Unidos concluiu a sua visita ao país. enquanto existir um verdadeiro muçulmano na Terra», afirma bin Laden. Esta mensagem surgiu bem no dia em que se comemora os 60 anos de criação do

[editar] Aparência


Imagem elaborada pelo FBI para representar a provável aparência de bin Laden em 2010, feita com a manipulação de uma fotografia de Gaspar Llamazares.
Em 2010, o FBI divulgou uma imagem que seria a representação imaginada da aparência de Bin Laden à época. Descobriu-se que se tratava da manipulaçãoGaspar Llamazares. de uma fotografia do político espanhol

FONTE: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

LÍDERES DO MUNDO ÁRABE NA ATUALIDADE ( Rei Fahd Bin Abdul Aziz Al-Saud/Arábia Saudita-ÁSIA )

Fahd da Arábia Saudita

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Fahd da Arábia Saudita
Malik da Arábia Saudita
Guardião das Duas Mesquitas Sagradas
Primeiro-ministro da Arábia Saudita
Fahd bin Abdul Aziz.jpg
Fahd bin Abdul Aziz
Reinado 13 de junho de 1982-1 de agosto de 2005
Nome completo Fahad bin Abdul Aziz Al Saud
Nascimento 1921

Riade
Morte 1 de agosto de 2005

Riade
Sepultamento Al-Oud
Antecessor Rei Jaled
Sucessor Rei Abdallah
Consorte AL Anood Bint Abdulaziz Bin Mousad AL Saud
AL Joharah Bint Ibrahem AL Ibrahem
Filhos Faisal bin Fahad, sultan bin Fahad
Muhammad bin Fahd
, Saud bin Fahad
khaled bin Fahad
, Abdul-Aziz bin Fahad
Dinastia Casa de Saud
Pai Ibn Saud
Fahd bin Abdul Aziz Al-Saud (Riade, 1 de Agosto de 1920 - Riade, 1 de Agosto de 2005) foi Rei da Arábia Saudita entre 1982 e 2005, sendo o quinto rei da família Al Saud.
Fahd, cujo nome significa "leopardo" em árabe, governou a Arábia Saudita durante mais de duas décadas, passando por duas guerras do Golfo, uma queda espectacular dos preços do petróleo e o aparecimento da Al-Qaeda no reino. O rei Fahd defendeu várias propostas para encontrar uma solução para o conflito entre árabes e israelitas e era um dos homens mais ricos do mundo.
Como Rei da Arábia Saudita era o guardião dos lugares santos do Islão de Meca e Medina. Devido a doença, desde 1995 que o soberano de facto era o seu irmão e sucessor Abdala bin Abdelaziz. Nesse ano sofreu uma emboliarim devido a um cancro, por uma extracção da vesícula, pela diabetes e artrose. cerebral, e esteve confinado a uma cadeira de rodas, com graves problemas de memória. A sua saúde, já débil, era afectada por um transplante de
Sexto filho dos mais de 40 que teve o Rei Ibn Saud, fundador da moderna Arábia Saudita em 1932. Os seus antecessores, além de seu pai, foram o tio Saud e irmãos Faisal e Jaled. Em 1945 o príncipe Fahd fez a sua primeira visita oficial no estrangeiro para assistir à inauguração das Nações Unidas, cerimónia que decorreu em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.
Foi Faisal quem se encarregou de apresentá-lo na cena política em 1952, depois de realizar estudos islâmicos e de cultura ocidental. O seu primeiro cargo foi o de ministro da Educação em 1953 (é Fahd quem abre a escola pública às mulheres e introduz o ensino da ciência), que deixou 10 anos mais tarde quando foi nomeado responsável do Interior.
Em 1964, após a destituição do rei Saud e subida ao trono do seu irmão Faisal, foi designado segundo na hierarquia do Governo. Também dirigiu os Conselhos Superiores de Petróleo, a Universidade, e as Seguranças Nacional e da Peregrinação a Meca.
Tornou-se herdeiro em 1975, depois do assassinato do seu irmão Faisal e ascensão ao trono de Jaled.

[editar] Reinado

Quando sobe ao trono em 1982, Fahd é confrontado com a queda em 20 por cento dos preços de petróleo e realiza importantes reformas económicas, nomeadamente cortes maciços nas subvenções públicas. Reforma também as forças armadas do reino, gastando, entre 1985 e 1991, quase 50 mil milhões de dólares para fazer face às ameaças iraquianas, segundo a revista especializada Jane´s Intelligence Weekly.
Após a invasão do Kuwait pelo Iraque de Saddam Hussein, em Agosto de 1990, Fahd toma a histórica decisão de autorizar a presença das forças norte-americanas na Arábia Saudita, berço do Islão e onde estão as mesquitasMeca e Medina. santas das cidades de
A guerra do Golfo, em 1991, e a chegada das tropas da coligação ao território saudita começam a quebrar os tabus de uma sociedade fundada sobre o wahabismo, uma das interpretações mais rígidas do Islão.
Em 1992, Fahd decide lançar as primeiras reformas políticas da história do reino, criando em 1993 um Conselho Consultivo e promulga a Lei Fundamental inspirada na lei islâmica.
A aliança militar com Washington começa, entretanto, a provocar a cólera dos fundamentalistas, nomeadamente de jovens sauditas como Osama bin Laden, que regressam triunfantes do Afeganistão após terem combatido o Exército Vermelho (da União Soviética) ao lado dos mujaidines.

FONTE: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.

Precedido por Jaled Rei da Arábia Saudita
1982
- 2005
Sucedido por Abdallah

PAÍSES DO MUNDO ( Arábia Saudita/ÁSIA )

Arábia Saudita

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المملكة العربية السعودية
(Al-Mamlaka al-`Arabiyya as-Sa`ūdiyya)
Reino da Arábia Saudita
Bandeira da Arábia Saudita
Brasão de armas da Arábia Saudita
Bandeira Brasão de armas
Lema: "Não há outra divindade além de Alá, e Maomé é o seu profeta." (Chahada)
Hino nacional: Aash Al Maleek
("Vida longa ao Rei")
noicon.
Gentílico: Saudita ¹

Localização  Arábia Saudita

Localização da Arábia Saudita
Capital Riade
24°39′N 46°46′E
Cidade mais populosa Riade
Língua oficial Árabe
Governo Monarquia absolutaIslâmica
 - Rei Abdallah
 - Príncipe herdeiro Sultão bin Abdul Aziz Al Saud
 - Segundo Vice-Presidente Nayef bin Abdul Aziz Al Saud
Formação  
 - Declaração da independência 8 de Janeiro de 1926 
 - Reconhecimento 20 de Maio de 1927 
 - Unificação 23 de Setembro de 1932 
Área  
 - Total 2 149 690 km² (13.º)
 - Água (%) Negligenciável
População  
 - Estimativa de 2009 28 686 633[1]41.º) hab. (
 - Densidade 11 hab./km² (205.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2008
 - Total US$ 592 886 milhões[2] (27.º)
 - Per capita US$ 23 814[2] (46.º)
Indicadores sociais
 - IDH (2010) 0,752 (55.º) – elevado[3]
 - Esper. de vida 72,8 anos (86.º)
 - Mort. infantil 18,8/mil nasc. (89.º)
 - Alfabetização 82,9% (112.º)
Moeda Riyal (SAR)
Fuso horário AST (UTC+3)
 - Verão (DST) Não usa
Cód. Internet .sa
Cód. telef. +966

Mapa  Arábia Saudita

¹  Utiliza-se também: Árabe-saudita[4] e Saudi-arábico.[4]
A Arábia Saudita (em árabe: السعودية, transl.: as-Su’ūdiyya), oficialmente Reino da Arábia Saudita (em árabe: المملكة العربية السعودية, transl.: al-Mamlaka al-ʻArabiyya as-Suʻūdiyya), é um país do Oriente Médio. Faz fronteira com a Jordânia e com o Iraque no norte e nordeste, com o Kuwait, Catar,e Emirados Árabes Unidos no leste, com Omã no sudoeste e com o Iêmen no sul. O Golfo Pérsico fica a nordeste e o Mar Vermelho a oeste do país. Tem uma população estimada em 28 milhões de habitantes e seu tamanho é de cerca de 2 149 690 quilômetros quadrados.
O Reino é às vezes chamado de "A Terra das Duas Mesquitas Sagradas", em referência a Meca e Medina, os dois lugares mais sagrados do Islã. As duas mesquitas são Al Masjid Al-Haram e Al Masjid Al-Nabawi. O Reino atual foi fundado por Abdul-Aziz bin Saud, cujo empenho começou em 1902 quando ele capturou o ancestral de Al-Saud de Riade e culminou em 1932 com a proclamação e o reconhecimento do Reino da Arábia Saudita, apesar de suas origens nacionais remontarem a 1744 com a criação do Primeiro Estado Saudita.
A Arábia Saudita é o maior exportador de petróleo do mundo,[5] sendo a principal potência econômica de todo o Mundo Árabe. O petróleo representa mais de 90 por cento das exportações e quase 75 por cento das receitas do governo, facilitando a criação de um estado de bem-estar social,[6][7] que o governo tem encontrado dificuldades para financiar durante os períodos de baixos preços do petróleo.

Índice

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[editar] História

Muitos povos têm vivido na península ao longo de mais de cinco mil anos. A cultura Dilmun, ao longo da costa do Golfo, era contemporânea dos sumérios e dos antigos egípcios, e a maior parte dos impérios do mundo antigo estabeleceu trocas comerciais com os estados da península.
A fundação do Islã por Maomé620 da era atual e a subsequente importância religiosa das cidades árabes de Meca (também conhecida como Makkah) e Medina concederam aos governantes desse território considerável influência além da península. no ano de
O Estado Saudita surge na Arábia Central em 1744. Um chefe local, Muhammad bin Saud, uniu forças a um resgatador dos fundamentos do Islã, Muhammad Abd Al-Wahhab, para criar uma nova entidade política. O moderno Estado Saudita foi fundado pelo último Rei Abdul Aziz Al-Saud (conhecido internacionalmente como Abdul Aziz Ibn Saud).
Em 1902, Abdul Aziz Ibn Saud capturou Riade, a capital ancestral da dinastia de Al-Saud à família rival Rashid. Continuando estas conquistas, Abdul Aziz subjugou Al Hasa, o resto do Nejd e do Hijaz entre 1913 e 1926. A 8 de Janeiro de 1926 Abdul Aziz Ibn Saud torna-se Rei do Hijaz. A 29 de Janeiro de 1927 ele tomou o título de Rei do Nejd (seu título Nejdi anterior era de Sultão). Pelo Tratado de Jidá, assinado a 20 de Maio de 1927, o Reino Unido1932, estas regiões foram unificadas como o Reino da Arábia Saudita. A descoberta de petróleo em 3 de Março de 1938 reconheceu a independência do reino de Abdul Aziz (então conhecido como Reino de Hijaz e Nejd). Em transformou o país.
O fundador da moderna Arábia Saudita, o Rei Abdul Aziz, num encontro com o Presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt em 1945.
As fronteiras com a Jordânia, o Iraque, e o Kuwait foram estabelecidas por uma série de tratados negociados nos anos de 1920, que criaram duas "zonas neutras" -- uma com o Iraque e outra com o Kuwait. A zona neutra Saudita-Kuwaitiana foi administrada conjuntamente em 1971, com cada Estado partilhando igualitariamente os recursos petrolíferos da zona.
Tentativas de acordo para a partilha da zona neutra Saudita-Iraquiana1981, sendo finalizadas em 1983. A fronteira sul do país com o Iémen foi parcialmente definida em 1934 com o Tratado de Taif, pondo fim a uma breve guerra fronteiriça entre os dois Estados. Um tratado adicional assinado em Junho de 2000 delineou porções da fronteira com o Yemen. A localização e status da fronteira da Arábia Saudita com os Emirados Árabes Unidos não está finalizada; a fronteira de facto reflete um acordo de 1974. A fronteira entra a Arábia Saudita e o Qatar foi definida em Março de 2001. A fronteira com Oman ainda não está demarcada. chegaram a um termo em
Durante a guerra árabe-israelense de 1973, a Arábia Saudita participou do boicote do petróleo árabe aos Estados Unidos e aos Países Baixos. Como membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), a Arábia Saudita juntou-se a outros países-membros elevando moderadamente o preço do petróleo em 1971.
Em 1990-91, o Rei Fahd desempenhou um papel-chave antes e durante a Guerra do Golfo: a Arábia Saudita acolheu a família real kuwaitiana além de 400 000 refugiados e ao mesmo tempo permitiu a entrada de tropas ocidentais e árabes em seu território para a liberação do Kuwait no ano seguinte.
Quando o então Rei Fahd sofreu um enfarte em novembro de 1995, o seu sucessor, então Príncipe Herdeiro Abdallah, assumiu muitas das responsabilidades rotineiras da condução do governo. Morto o Rei Fahd em 1 de agosto de 2005, Abdallah sucedeu-lhe, convertendo-se no atual rei do país.

[editar] Geografia

Imagem de satélite da península Arábica.
A Arábia Saudita é um país localizado no sudoeste da Ásia, na região do Oriente Médio. Ocupa 4/5 da Península Arábica e estende-se por 1 950 km, de noroeste a sudeste, e por 1 240 km, de sudoeste a nordeste.
Em área é o maior país árabe, com uma superfície de 1 960 582 km². Está limitado pela Jordânia, pelo Iraque e pelo Kuwait, a norte; pelo golfo Pérsico, pelo Qatar, pelos Emirados Árabes Unidos e por Omã, a leste; pelo Iémen, a sul; e pelo mar Vermelho, a oeste. As cidades mais importantes são Riade, a capital, com 4 260 000 habitantes (2005), Jeddah (3 400 000 hab.) (2005), Meca (1 691 100 hab.) (2005), Medina (1 300 000 hab.), Dammam1 300 000 hab.), Tabuk (730 000 hab) e Taif (700 000 hab.) (2005). (
A maior parte do território da Arábia Saudita é constituída por desertos.

[editar] Demografia

Densidade demográfica da Arábia Saudita (pessoas por km²).
A Caaba (centro) na mesquita Al Masjid Al-Haram.
A população da Arábia Saudita em 2003 era estimada em cerca de 28,3 milhões de habitantes, incluindo cerca de 6,4 milhões de residentes estrangeiros. Até à década de 1960, a maioria da população era nómada ou seminómada mas devido ao rápido crescimento económico e urbano, mais de 95% da população é agora sedentária. Algumas cidades e oásis têm densidades demográficas de mais de 1 000 habitantes por quilómetro quadrado.
A maior parte dos sauditas é etnicamente árabe. Alguns são de origem étnica mista e descendem de turcos, iranianos, indonésios, indianos, africanos e outros, a maioria dos quais chegou ao país na qualidade de peregrinos e reside na região do Hejaz, ao longo da costa do Mar Vermelho. Muitos árabes de países vizinhos estão empregados no reino. Existem também números significativos de expatriados asiáticos, provenientes principalmente da Índia, Paquistão, Bangladesh, Indonésia e Filipinas. Existem menos de 100 000 cidadãos ocidentais na Arábia Saudita.
É difícil calcular números exactos relativos às religiões professadas na Arábia Saudita, porque o governo afirma que 100% dos cidadãos são muçulmanos.

[editar] Religião

Na Arábia Saudita foi revelado o Alcorão pelo profeta Maomé, religião a qual denominou-se de Islão. Atualmente, a constituição do país é baseada no Alcorão, e nos resgates monoteístas que Muhammad Abd Al-Wahhab realizou sobre o Alcorão e a Sunnah.
A prática pública de qualquer outra religião que não o Islão é proibida naquele país. Esta medida é alvo de várias críticas de várias entidades no resto do mundo. Por exemplo, em 2003, um relatório da U.S. Commission on Religious Freedom (Comissão para a Liberdade Religiosa), uma organização estatal americana que investiga as violações à liberdade religiosa no mundo, chamou à Arábia Saudita de o maior violador das liberdades religiosas.
Vários casos, entre os quais o caso recente do professor Mohammad al-Harbia, um professor da escola secundária saudita condenado a 40 meses de prisão e a 750 chicotadas em público por ter discutido a Bíblia e ter dado uma imagem positiva do Judaísmo aos seus alunos, têm originado uma condenação pela opinião pública internacional.

[editar] Política

Rei Abdullah, da Arábia Saudita.
A Arábia Saudita é uma monarquia absoluta, de forma que o rei não é apenas o chefe do estado mas também do governo. A lei básica adotada em 1992filhos e pelos netos do rei Abd Al Aziz Al Saud. declarou que Arábia Saudita é uma monarquia governada pelos
O país tem mostrado um profundo desprezo pelos direitos humanos. Porém, devido à pressões internacionais vem diminuindo o rigor do seu regime absolutista. Em 2005 foram convocadas as primeiras eleições municipais daquele país, eleições transtornadas, é verdade, mas foi um grande passo para um país de tradição tão rígida.
Apesar de seu regime absolutista a Arábia Saudita é o principal aliado muçulmano dos EUA na região.
  • Legislativo: não há.
  • Partidos políticos: não há.
  • Constituição em vigor: não há — o rei governa de acordo com a Sharia, a lei sagrada do islamismo.
  • Organizações: Banco Mundial, FMI, ONU, Opep.

[editar] Sistema legal

Arabic albayancalligraphy.svg Este artigo contém texto em árabe, escrito da direita para a esquerda. Sem suporte multilingual apropriado, você verá interrogações, quadrados ou outros símbolos em vez de letras árabes.
A Lei Básica, em 1992, declarou que a Arábia Saudita é uma monarquia governada pelos descendentes de Ibn Saud. Também declarou o Alcorão como a constituição do país, governado com base na lei islâmica.[8]
Questões criminais são julgados em tribunais da Sharia no país. Esses tribunais exercem autoridade sobre toda a população. Casos envolvendo pequenas penalidades são julgados em tribunais sumários da Sharia. A maioria dos crimes graves são julgados em tribunais da Sharia de questões comuns. Tribunais de recurso julgam os recursos dos tribunais da Sharia.[8]
Causas também podem ser julgados em tribunais da Sharia, com uma exceção: os xiitas podem julgar casos desse tipo em seus próprios tribunais. Outros processos cíveis, incluindo os que envolvem queixas contra o governo e a execução de sentenças estrangeiras, são submetidos inicialmente a tribunais administrativos especializados, tais como a Comissão para a Resolução de Conflitos Laborais e o Conselho de Queixas.[8]
As principais fontes de direito saudita são a fiqh hambali, consagrada em vários tratados acadêmicos especificados por juristas competentes, outras escolas de direito, as regulamentações estatais e decretos reais (quando estes são relevantes), e o costume e a prática.[9]
O sistema legal saudita prescreve pena de morte ou castigo físico, incluindo amputação das mãos e dos pés para certos crimes, como assassinato, roubo, estupro, contrabando de drogas, atividade homossexual e adultério. O roubo é punível com a amputação da mão, embora raramente seja fixada para a primeira ofensa. Os tribunais podem impor outras penas severas, como flagelações para crimes menos graves contra a moralidade pública, como a embriaguez.[10] Homicídio, morte acidental e lesão corporal estão abertas à punição pela família da vítima. Retribuição pode ser pedida em espécie ou através de dinheiro. O dinheiro de sangue a pagar pela morte acidental de uma mulher ou de um homem cristão[11] é a metade do que para um homem muçulmano.[12] Todos os outros (hindus, budistas e sikhs) são avaliados em 1/16 daquele valor. A principal razão para isto é que, de acordo com a lei islâmica, os homens devem ser os fornecedores para as suas famílias e, portanto, espera-se que ganhem mais dinheiro em suas vidas. O dinheiro de sangue de um homem deveria sustentar sua família, pelo menos durante um curto período de tempo. Os assassinatos devido à honra também não são punidos tão severamente como assassinato. Isto geralmente decorre do fato de que os assassinatos devidos à honra ocorrem dentro de uma família e são feitos para compensar algum ato 'desonroso' cometido. A escravidão foi abolida em 1962. Muitas leis relacionadas a esta[necessário esclarecer] implicam punições severas, como flagelações por ingressar com o tipo incorreto de visto.[13][14]

[editar] Símbolos nacionais

A bandeira nacional consiste de um pano verde com texto em caracteres árabes brancos sobre uma espada, também branca. O texto na bandeira é o da shahada a declaração de fé islâmica:
لا إلاه إلالله محمد رسول الله
La ilaha Ilallah Muhammadar Rasululah
"Não há deus senão Alá, e Maomé é o seu mensageiro"
O brasão de armas é composto por duas espadas cruzadas com fios de cor prata e empunhaduras de cor ouro, ambas com suas pontas colocadas para baixo e situadas abaixo de uma palmeira de cor verde. Este emblema foi adotado em 1950, embora as duas espadas cruzadas tem figurado com anterioridade em antigas bandeiras sauditas. A palmeira e as duas espadas cruzadas aparecem representadas, em outras insígnias do país, em um dos quadrantes superiores do estandarte do monarca saudita.
Aash Al Maleek ("Vida Longa ao Rei") é o hino nacional da Arábia Saudita.

[editar] Subdivisões

Províncias da Arábia Saudita.
A Arábia Saudita está dividida em 13 províncias (manatiq; singular: mintaqah):
  1. Al Bahah
  2. Al Hudud ash Shamaliyah
  3. Al Jawf
  4. Al Madinah
  5. Al Qasim
  6. Ar Riyad
  7. Ash Sharqiyah
  8. 'Asir
  9. Ha'il
  10. Jizan
  11. Makkah
  12. Najran
  13. Tabuk

[editar] Economia

Kingdom Tower em Riade, a capital e maior cidade do país.
A extração e exportação do petróleo constitui a atividade econômica mais importante, sendo a Arábia Saudita o maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), onde tem se firmado como maior produtor aumentando suas exportações.[15] Também são produzidas quantidades significativas de gás natural.
Até há pouco tempo, a produção agrícola era limitada pela inexistência de água e pela grande salinidade do solo.
Agora, graças à irrigação, a Arábia Saudita tornou-se num grande produtor de trigo. A tâmara, o tomate, a melancia, a cevada, a uva, o pepino, a abóbora, a berinjela, a batata, a cenoura e a cebola são também culturas importantes.
Os principais parceiros comerciais da Arábia Saudita são os Estados Unidos da América, o Japão, o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Coreia do Sul.
A Arábia Saudita é um grande destino de imigração proveniente do sul e leste da Ásia e da África Oriental, principalmente de trabalhadores não especializados.

[editar] Escassez de água

A região não tem lagos ou rios.[16] Por isso, o país sofre com a escassez de água e para suprir essa necessidade realiza a dessalinização da água. A capital Riad é abastecida com água transportada por 370 km do Golfo da Árabia para então ser dessalinizada. Com o aperfeiçoamento da tecnologia, os custos do processo têm diminuído.[17]
Outra tentativa envolve a procura por água em aquíferos subterrâneos. Em março de 2010, o processo foi iniciado por cientistas alemães contratados pelo governo saudita que têm feito a abertura de buracos com até 2 mil metros de profundidade.[16]
Cerca de 85% da água é utilizada na agricultura.[16]

[editar] Infraestrutura

[editar] Educação

Universidade King Saud.
Quando o Reino da Arábia Saudita foi fundado em 1932, a educação não era acessível a todas as pessoas, e era limitada a instrução individualizada nas escolas religiosas em mesquitas nas áreas urbanas. Essas escolas ensinavam leis islâmicas e habilidades básicas de leitura. No final do século XX, a Arábia Saudita possuía um sistema educacional que cobria todo o país, provendo treinamento gratuito da pré-escola até a universidade a todos os cidadãos.
O sistema educacional primário na Arábia Saudita começou na década de 1930. Em 1945, o Rei Abdulaziz bin Abdelrahman Al-Saud, o fundador do país, iniciou um extensivo programa para estabelecer escolas no reinado. Seis anos depois, em 1951, o país possuía 226 escolas e 29.887 estudantes. Em 1954, o Ministério da Educação foi fundado, chefiado pelo príncipe Fahd bin AbdulazizMinistro da Educação. A primeira universidade foi a Universidade Rei Saud, fundada em 1957. como o primeiro
No início do século XXI o sistema nacional de educação pública possui vinte universidades, mais que 24 mil escolas, e uma grande quantidade de colégios e outras instituições de educação e treinamento. O sistema provê aos estudantes educação e livro gratuito, serviços de saúde, e é acessível para todos os cidadãos. Mais que 25% da receita anual do estado é para a educação, incluindo treinamento vocacional. O reinado tem também trabalhado em programas escolares para enviar estudantes para os Estados Unidos da América, Canadá, França, Reino Unido, Austrália, Japão, Malásia e outras nações. No início do século XXI milhares de estudantes são mandados para o exterior através de programas de educação superior todos os anos.
O estudo do Islã permanece como o centro do sistema educacional da Arábia Saudita. Os aspectos islâmicos do currículo nacional foram examinados em 2006 em um relatório por Freedom House.[18] O relatório percebeu que nas classes de educação religiosa (e em qualquer escola religiosa) as crianças eram ensinadas a depreciar outras religiões, assim como outras ramificações do Islã.[19] O currículo de estudos religiosos da Arábia Saudita é ensinado fora do Reino em madraçais espalhados pelo mundo.

[editar] Cultura

A cultura da Arábia Saudita é assentada, praticamente, nas tradições da religião islâmica, predominante. Na Arábia Saudita ficam dois dos locais mais sagrados do Islão, os quais se consideram os berços da religião, as cidades de Meca e Medina, tomadas por peregrinos do mundo inteiro durante a cerimónia do Hajj.

[editar] Gastronomia

A comida local é bastante condimentada. As carnes mais comuns são o frangocarneiro, sendo a carne suína proibida por lei, segundo a sharia. As comidas mais encontradas são o arroz, as lentilhas, homus (pasta de grão-de-bico), kultra (espetadas de frango ou carneiro), kebab (servido com sopa e legumes), mezze (entradas variadas) e muhalabia (pudim de arroz). O álcool é proibido no país, e ser apanhado bêbado pode causar graves problemas. e o

FONTE: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.